Queixada (Tayassu pecari)
Conheça a Queixada, o maior e mais sociável porco selvagem da América do Sul. Espécie nativa do Brasil com comportamento gregário, formando bandos de até 300 indivíduos. Importante para a conservação e manejo sustentável em José de Freitas e região.
Informações Rápidas
Qualidades por Sexo
Características específicas de machos e fêmeas Queixada para manejo e conservação
Macho Queixada
Protetor do Bando-
Defesa do Grupo
Machos participam ativamente da defesa do bando contra predadores, posicionando-se na periferia -
Sistema Promíscuo
Acasalam com múltiplas fêmeas, não há monopólio reprodutivo, favorecendo diversidade genética -
Maturidade Sexual
Atinge maturidade aos 1,5-2 anos, podendo reproduzir-se até mais de 12 anos de idade -
Comportamento Social
Vive em grupos coesos, demonstrando comportamento cooperativo na proteção e forrageamento -
Longevidade
Podem viver até 13 anos em cativeiro, mantendo atividade reprodutiva por longo período
Fêmea Queixada
Matriz Social-
Prolificidade Anual
Produz uma ninhada por ano com média de 1,64 filhotes, 40% das fêmeas grávidas anualmente -
Gestação Longa
Período gestacional de 156-162 dias, uma das mais longas entre os pecarídeos -
Cuidado Materno
Filhotes nascem com pelagem vermelha/marrom/creme, ficam 6 meses amamentando com a mãe -
Reprodução Contínua
Capaz de reproduzir-se por mais de 12 anos, com picos sazonais na época chuvosa -
Cooperação Social
Fêmeas compartilham cuidados com filhotes, sistema de creche dentro do bando
Características da Espécie
Aspectos morfológicos e comportamentais que definem a Queixada como espécie única
Comportamento Gregário
Forma bandos de 20 a 300 indivíduos, um dos maiores grupos sociais entre os ungulados neotropicais. Requer áreas de até 7.000 hectares.
Frugivoria Especializada
Alimenta-se principalmente de frutos e vegetais, sendo importante dispersor de sementes nas florestas tropicais e Cerrado.
Defesa Coletiva
Quando ameaçados, formam círculo defensivo com filhotes no centro. Podem ser agressivos se provocados.
Status de Conservação
Classificada como "Criticamente em Perigo" na Mata Atlântica, "Em Perigo" no Cerrado e "Vulnerável" nacionalmente pela IUCN.
Sistema Reprodutivo Promíscuo
Machos e fêmeas acasalam com múltiplos parceiros, resultando em filhotes de diferentes pais na mesma ninhada.
Dependência de Água
Necessita de riachos e matas preservadas. No Pantanal, nascimentos concentram-se no período chuvoso.
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